por Ashara G. Souza - ashara@secrel.com.br
Existem dois tipos de consciência: a consciência mental e a presença consciente. Infelizmente na língua portuguesa temos somente uma palavra.
Já em inglês, por exemplo, temos duas: “Conscience” e “Consciousness” A primeira palavra significa consciência racional, mental, material, consciência das coisas cotidianas. A segunda palavra significa um estado de presença consciente, um estado de observação ampla e alerta. Nesse segundo significado podemos colocar a “consciência de si”.
Ter consciência de si é o caminho para o autoconhecimento. E autoconhecimento, claro, significa conhecer a si mesmo.
Parece simples, não? Mas, essa talvez seja a tarefa mais difícil que o ser humano pode realizar. Principalmente porque independe da vontade racional. Depende muito mais de um “anseio da alma”. A boa nova é que todos nós nascemos com esse anseio, mas desafortunadamente poucos conseguem acessar esse profundo desejo da alma.
Note que novamente caímos na mesma diferença: desejar com a mente e atingir uma meta é fácil, mas desejar com a alma ou, melhor ainda, deixar que o desejo da alma nos indique o caminho requer uma tremenda coragem.
Agora eu lhe pergunto caro leitor: Como podemos resolver nossos problemas se não sabemos como olhar para nós mesmos? Por conseguinte não sabemos como olhar para os mesmos. Parece que foi criada uma cisão, uma esquizofrenia. Estamos tão fixados na mente e na matéria que não conseguimos ver mais nada nem ninguém, inclusive não conseguimos mais nos ver.
Osho enfatiza bem essa questão:
“Você está vivendo num mundo onde há seis bilhões de pessoas que nada sabem sobre si mesmas. A ignorância nunca foi tão espessa e a noite nunca foi tão longa.
Mas seja qual for o caso no mundo, cada indivíduo é capaz de sair fora dessa escuridão.
A primeira coisa que ele tem que constatar é que ele não conhece a si mesmo. E o que quer que ele conheça sobre si mesmo são somente opiniões impostas pelos outros.
Alguém lhe disse que você é muito inteligente e era tão satisfatório crer nisso que você acreditou. É necessária imensa coragem para se desassociar de tudo aquilo que você tem acreditado que você é.”
Namastê!
por Ashara G. Souza - ashara@secrel.com.br
Terapeuta Holístico com formação em Psicologia Transpessoal, Dinâmicas de Grupo, Constelação Familiar, Renascimento... Palestrante, ministra workshops e seminários em diversas cidades do Brasil. Viveu na Índia onde fez grande parte da sua formação terapêutica na Osho Multiversity. Atualmente coordena o Estação Zen (e-zen.com.br) em Fortaleza-CE.
Lido 20 vezes, 2 votos positivos e 0 votos negativos.
E-mail: ashara@secrel.com.br
Site Somos Todos Um - http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=17230
Existem dois tipos de consciência: a consciência mental e a presença consciente. Infelizmente na língua portuguesa temos somente uma palavra.
Já em inglês, por exemplo, temos duas: “Conscience” e “Consciousness” A primeira palavra significa consciência racional, mental, material, consciência das coisas cotidianas. A segunda palavra significa um estado de presença consciente, um estado de observação ampla e alerta. Nesse segundo significado podemos colocar a “consciência de si”.
Ter consciência de si é o caminho para o autoconhecimento. E autoconhecimento, claro, significa conhecer a si mesmo.
Parece simples, não? Mas, essa talvez seja a tarefa mais difícil que o ser humano pode realizar. Principalmente porque independe da vontade racional. Depende muito mais de um “anseio da alma”. A boa nova é que todos nós nascemos com esse anseio, mas desafortunadamente poucos conseguem acessar esse profundo desejo da alma.
Note que novamente caímos na mesma diferença: desejar com a mente e atingir uma meta é fácil, mas desejar com a alma ou, melhor ainda, deixar que o desejo da alma nos indique o caminho requer uma tremenda coragem.
Agora eu lhe pergunto caro leitor: Como podemos resolver nossos problemas se não sabemos como olhar para nós mesmos? Por conseguinte não sabemos como olhar para os mesmos. Parece que foi criada uma cisão, uma esquizofrenia. Estamos tão fixados na mente e na matéria que não conseguimos ver mais nada nem ninguém, inclusive não conseguimos mais nos ver.
Osho enfatiza bem essa questão:
“Você está vivendo num mundo onde há seis bilhões de pessoas que nada sabem sobre si mesmas. A ignorância nunca foi tão espessa e a noite nunca foi tão longa.
Mas seja qual for o caso no mundo, cada indivíduo é capaz de sair fora dessa escuridão.
A primeira coisa que ele tem que constatar é que ele não conhece a si mesmo. E o que quer que ele conheça sobre si mesmo são somente opiniões impostas pelos outros.
Alguém lhe disse que você é muito inteligente e era tão satisfatório crer nisso que você acreditou. É necessária imensa coragem para se desassociar de tudo aquilo que você tem acreditado que você é.”
Namastê!
por Ashara G. Souza - ashara@secrel.com.br
Terapeuta Holístico com formação em Psicologia Transpessoal, Dinâmicas de Grupo, Constelação Familiar, Renascimento... Palestrante, ministra workshops e seminários em diversas cidades do Brasil. Viveu na Índia onde fez grande parte da sua formação terapêutica na Osho Multiversity. Atualmente coordena o Estação Zen (e-zen.com.br) em Fortaleza-CE.
Lido 20 vezes, 2 votos positivos e 0 votos negativos.
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